
Lançada a vícios rotineiros
E à rotina viciosa de ideais,
Almejo o doce dos limoeiros
Junto ao amargo dos canaviais!
Quando o amor não me vinha
Faltou-me inspiração. No entanto
Pus a deleitar-me nas vinhas.
A uva etílica saciou meu pranto.
Sinto o degustar evoluir
a cada vão gole. Sem desfeito,
vou do degustar ao deglutir,
do aprazível sabor ao efeito!
Não mais consigo dormir sem pesadelos
Não posso dormir o sono dos justos
Mas durmo como tal, o sono dos bebâdos.
Não há quem faça de água etanol,
visto de culpas pra de desculpas me despir
Daqui a pouco eu acordo o sol,
Apenas assim eu posso dormir...
E à rotina viciosa de ideais,
Almejo o doce dos limoeiros
Junto ao amargo dos canaviais!
Quando o amor não me vinha
Faltou-me inspiração. No entanto
Pus a deleitar-me nas vinhas.
A uva etílica saciou meu pranto.
Sinto o degustar evoluir
a cada vão gole. Sem desfeito,
vou do degustar ao deglutir,
do aprazível sabor ao efeito!
Não mais consigo dormir sem pesadelos
Não posso dormir o sono dos justos
Mas durmo como tal, o sono dos bebâdos.
Não há quem faça de água etanol,
visto de culpas pra de desculpas me despir
Daqui a pouco eu acordo o sol,
Apenas assim eu posso dormir...

linda a poesia. linda vc, por dentro e por fora.
ResponderExcluirDeu vontade de beber...
ResponderExcluirhahaha quem ve essa poesia pensa que sou uma alcoolatra!!
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